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		<title>Jesus Abstrato</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 15:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando você está distante, desencarnado, e abstrato
Você é bem mais fácil. Quando Sua mensagem é um
museu frio em vez de uma Palavra viva, Você é
bem mais fácil. Quando Você é uma lembrança
fraca em vez de uma realidade que respira,
eu posso manter uma distância confortável
de Você.
Eu quero confinar Você a uma conversa
intelectual e a uma apresentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você está distante, desencarnado, e abstrato<br />
Você é bem mais fácil. Quando Sua mensagem é um<br />
museu frio em vez de uma Palavra viva, Você é<br />
bem mais fácil. Quando Você é uma lembrança<br />
fraca em vez de uma realidade que respira,<br />
eu posso manter uma distância confortável<br />
de Você.</p>
<p>Eu quero confinar Você a uma conversa<br />
intelectual e a uma apresentação dominical.<br />
Eu quero limitar Você a defender heresias<br />
em vez  de seguí-lo como Rei Ressurreto.<br />
Jesus, por favor permita eu te deixar na minha<br />
estante de livros como uma abstração teológica<br />
e um guru espiritual.</p>
<p>Por mais que eu queira que Você mantenha<br />
uma distância segura, sei que Você não vai<br />
ficar lá. Existe algo místico e tocante em<br />
relação a Você. Você é indomável.<br />
Você é imprevisível. Você é infreável.<br />
Nem a morte pode Lhe segurar.</p>
<p>Você é revolucionário demais pra acariciar meu<br />
ego religioso. Você é selvagem demais pra fazer das minhas caixas convencionais a Sua casa.<br />
Algo me diz que Você não se contenta em continuar sendo uma idéia na minha vida. Algo me diz que ou Você será meu mestre ou irá simplesmente desistir.</p>
<p>Na minha imaginação, reavive as narrativas do Evangelho como registros pulsantes da vida cheia do Teu Espírito.</p>
<p>No meu discurso, injete histórias de amor, cuidado, apreço e compaixão.</p>
<p>Nos meus relacionamentos, se torne a Luz que me leva da escuridão até o amanhecer vibrante e promissor de um dia fresco.</p>
<p>Enquanto Te encontro em oração e louvor, me transforme.</p>
<p>Você andou. Você falou. Você viajou. Você bateu seu dedão do pé. Você ensinou. Você comeu. Você bebeu. Você riu. Você dançou. Você chorou. Você orou. Você se sujou. Você navegou. Você preparou café-da-manhã. Você partiu o pão.</p>
<p>Se torne real pra mim, Jesus. Se arraste pra fora da minha estante de livros, e entre no meu coração.</p>
<p><a href="http://www.jesusmanifesto.com/2010/03/abstract-jesus/www.broderickgreer.wordpress.com">Broderick Greer</a></p>
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		<title>Sobre Monstros que moram perto demais</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 16:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu sou de uma geração onde o medo era cultivado nas musicas de ninar, dormíamos pensando no bicho-papão, na cuca, enquanto o seu lobo não vinha&#8230; Depois de um tempo as crianças já conheceram um mal ainda mais próximo, e bem menos envolto em fantasia, as ameaças que tiram o sono vêm do Oriente Médio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu sou de uma geração onde o medo era cultivado nas musicas de ninar, dormíamos pensando no bicho-papão, na cuca, enquanto o seu lobo não vinha&#8230; Depois de um tempo as crianças já conheceram um mal ainda mais próximo, e bem menos envolto em fantasia, as ameaças que tiram o sono vêm do Oriente Médio, com Bin Ladens e terrorismos, guerras e desacordos, vêm de crises econômicas que param o mundo, e de bombardeios e desastres que enchem os jornais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-605"></span>Esses dias, contudo, fui ao cinema assistir Lobisomem, preso em sua maldição, nas noites de lua cheia o homem-lobo deixa aflorar seus piores pesadelos, machucando quem ele ama, destruindo relacionamentos, matando inocentes, devastando cidades; fazendo com que eu pense: dessa vez onde está o tão temido inimigo? Na verdade&#8230; quão longe estamos da realidade monstruosa do lobisomem?</p>
<p style="text-align: justify;">Chego em casa e me deparo com programas como Big Brother, Solitary, Fazenda e etc, onde nos divertimos abertamente com a vida dos outros, julgamos, apontamos, antipatizamos, fazemos de tudo pra destruir o tal candidato que não gostamos, ou então simplesmente assistimos passivamente os participantes sofrerem, dando seu sangue por alguma quantia de dinheiro. Desde a Roma antiga é assim, o Coliseu, os cristãos, as feras e o povo rindo largo a cada ápice sangrento. Uma necessidade sádica que habita dentro de nós, adoramos ver o vizinho sofrer, o nosso sucesso não tem o mesmo gosto se não for proporcional ao fracasso do outro. Temos uma capacidade cruel dentro de nós de destruir relacionamentos por egoísmo, inveja, ciúme, orgulho&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Se os “monstrinhos inimigos” pareciam tão distantes de nós, agora parece que vivem escondidos dentro do nosso peito aguardando a oportunidade perfeita para nos virarmos uns contra os outros. Somos impacientes, adoramos respostas atravessadas, xingamos até por brincadeira, e deixamos precipícios enormes crescerem entre nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando me deparo com a porção de textos sobre relacionamento que existem na bíblia, percebo o quanto é realmente complicado viver entre pessoas, em comunidade. Mas, se sofremos ao ver o lobisomem sempre sozinho no fim da historia, se nos deprimimos ao nos deparar com nossas próprias garras que aniquilam tão facilmente ao próximo&#8230; que sejamos a resposta da pergunta que constantemente fazemos, sejamos então o resquício de bondade que tanto anelamos. Que possamos ser de fato o povo conhecido pelo Amor. E que no meio da tempestade do meu irmão, eu não simplesmente seja alguém que ri de sua desgraça, ou ate alguém que dá um tapinha nas suas costas dizendo que vai passar, mas que eu seja então, o que pega chuva com ele, o que sofre o frio e o medo dos trovoes pertos demais. Que a dor do meu próximo doa mais em mim, que a dificuldade do outro também seja a minha. E como um corpo, onde ate uma unha encravada faz tudo doer, que a nossa família seja coesa e sem hipocrisias&#8230; Esse monstrinho que vive dentro de nós pode ser destruído pela arma mais poderosa do mundo&#8230; o Amor.</p>
<p style="text-align: justify;">“amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” IJo 4:7</p>
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		<title>PodCast &#8211; Ceia no Abrigo R15</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 13:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Paladino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro PodCast do Abrigo R15.
28/02/2010 &#8211; Ministração da Ceia e Parte da Sequência de Estudos sobre Filipenses. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro PodCast do Abrigo R15.</p>
<p>28/02/2010 &#8211; Ministração da Ceia e Parte da Sequência de Estudos sobre Filipenses. <span id="more-557"></span></p>
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		<title>A Eternidade começa aqui</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 05:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[ No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span> </span>No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma discussão calorosa que entrava pelas manhãs, tardes e noites.</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Em uma dessas vezes, uma das “integrantes” comentou que tinha um certo medo da eternidade, porque&#8230;como ia ser isso? O que a gente ia ter pra fazer no céu? Aquilo envolveu algumas teorias sobre o corpo está preso a esta dimensão de tempo e espaço, sobre como teremos missões que envolveriam as outras galáxias etc&#8230; Contudo, a discussão tomou outro rumo, e acabamos interrompidos pela necessidade de um banho refrigerador no açude e pelo bom andamento do campeonato de ping-pong (risos). Mal percebemos que a eternidade tão temida começava a envolver nossos corações através da amizade que fomos estreitando e dos momentos únicos com Deus que íamos tendo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Acredito que com o passar dos dias, longe de nossas rotinas maçantes, cercados de natureza, convivendo 24horas do dia uns com os outros talvez não tivéssemos sequer escapatória: Deus já havia planejado tudo. E ali era a oportunidade perfeita para ele nos mostrar que o céu já começou. A alegria de cantar perto dos irmãos, saber que ali eu poderia chorar e ter um ombro amigo sentindo minha dor, as brincadeiras, os silêncios, as palavras que confrontaram, tudo ali foi invadindo e aperfeiçoando a todos nós, para chegarmos aqui e nos depararmos com uma frase tão linda, dita pelo nosso querido irmão Janssem:<span> </span>“<span><span>A maior diferença de vocês do Abrigo é  eu posso imaginar a eternidade com vocês!”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que povo é esse que escolhe viver junto em uma sociedade onde todo mundo procura cada vez mais a solidão? Que povo é esse que se importa um com o outro em um mundo onde tudo é tão superficial? Que povo é esse que prefere passar uma manhã inteira chorando junto, experimentando as coisas mais profundas que Deus pode oferecer, enquanto a sociedade só pensa em novas atividades escravizantes e dinheiro? </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que nossa vida seja repleta de experiências diárias, que o amor seja sempre o diferencial que faz com que a eternidade deixe de ser assustadora e passe a ser ansiada. Que nosso Abrigo seja cada dia mais espaçoso e que as fraquezas e as dores tenham tanto espaço quanto as alegrias e os dons. Que nossa comunidade seja aquele povo que não tem como esconder o brilho no rosto, e a maturidade venha crescendo dentro de nós como família. Seja em conversas e especulações sobre o divino, seja nas brincadeiras e sorrisos, seja nos silêncios e meditações profundas, ou no abraço forte, no carregar das dores, no compartilhar das alegrias, seja em acampamentos, seja cercados por atividades diárias, seja na faculdade, trabalho, barzinho, internet ou domingo a noite&#8230; que a eternidade já não caiba dentro do nosso peito e nos faça cada vez mais&#8230;um.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> martasilva</span></p>
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		<title>Quarta, de cinzas</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 20:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dia, eu prometo gostar de carnaval. Hoje, não me agrada. Como tantas outras coisas não me agradam. Coisa de gente com alma sem graça. Coisa de gente que adora ser chato. Mas como diria Caetano Veloso, “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” é preciso, pelo menos, dizer o óbvio, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia, eu prometo gostar de carnaval. Hoje, não me agrada. Como tantas outras coisas não me agradam. Coisa de gente com alma sem graça. Coisa de gente que adora ser chato. Mas como diria Caetano Veloso, “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” é preciso, pelo menos, dizer o óbvio, o Brasil é carnaval.</p>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Compramos uma fantasia, usamos máscara, pagamos um bom dinheiro por um bom lugar com pessoas bonitas. Daí, amassos de carnaval, porres de carnaval, brigas de carnaval e todo carnaval que compõe o carnaval. O país da alegria de viver. O povo sofrido tira uma semana, outros mais tempo do que isso, para afogar as mágoas, espantar as tristezas e se entregar ao prazer de viver todas as delícias hoje, agora, já, e com ela – a cerveja gelada, a mulher desejada, a orgia sonhada, a bateria da escola, a velocidade máxima&#8230; E isso, de modo algum, é de se dizer que seja ruim, muito pelo contrário, é a dose máxima do que há de mais prazeroso. Sim, temos o direito de festejar. Não há quem não recorra ao pensamento da recompensa. “Trabalho tanto, eu mereço essa noite!”. Sim, merece sim.</div>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Merece essa noite e todas as outras. Tem todo o direito de fazer ser inesquecível o beijo misturado com confetes, a dança mais maluca que os vários litros já bebidos te impeliram a dançar, o soco que levou pelo beijo que roubou da namoradinha do carinha mais marrento do salão. Você tem o aval, faça.</div>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Mas, como diria um jovem cantor: “Todo carnaval tem seu fim”. Chega a hora de tirar a fantasia, a máscara. Hora de olhar bem e sem o entorpecer do álcool, a “princesa” que ardeu com você na fogueira da cama nessa noite de terça pra quarta. E só aí, nesse momento, fitando no espelho do teto os teus olhos vermelhos como que alarmando o teu cansaço, que você vai pensar por qual motivo chamam esse dia &#8211; quarta-feira de cinzas.</div>
<p>Todo carnaval tem seu fim.</p>
<p>Rodrigo &#8220;O Crônico&#8221;  Souza.<br />
Leia o post original <a href="http://nascronicas.blogspot.com/2010/02/quarta-de-cinzas.html">aqui</a>.</p>
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		<title>Computadores e celulares abençoados!</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tchelavih</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O reverendo inglês Canon David Parrot abençoa computadores, notebooks e smartphones na igreja anglicana St. Lawrence Jewry, em Londres, na Inglaterra, nesta segunda-feira (11). A intenção é mostrar para os executivos que a graça de Deus pode ser alcançada por diversos meios. Como os aparelhos tecnológicos. &#8216;Se a tecnologia é a nossa ferramenta de trabalho diária, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="font-weight: normal;">O reverendo inglês Canon David Parrot abençoa computadores, notebooks e smartphones na igreja anglicana St. Lawrence Jewry, em Londres, na Inglaterra, nesta segunda-feira (11). A intenção é mostrar para os executivos que a graça de Deus pode ser alcançada por diversos meios. Como os aparelhos tecnológicos. &#8216;Se a tecnologia é a nossa ferramenta de trabalho diária, então é a tecnologia que devemos abençoar&#8217;, disse.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: normal;">(Foto: Sang Tan/AP)</span></h4>
<p><span style="font-weight: normal;">Post original <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1442385-6174,00-PADRE+ABENCOA+COMPUTADORES+E+CELULARES+DE+EXECUTIVOS+NA+INGLATERRA.html">aqui.</a><br />
</span></p>
<p><strong>O que você acha da idéia?</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muito Barulho Por Nada</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 19:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou descobrindo esses dias que eu simplesmente não sei lidar com ela. Ela surge em minha frente com um sorriso preguiçoso, apresentando milhões de possibilidades que há algum tempo eu não conseguia visualizar, parece inocente, inofensiva, mas quanto mais me aproximo para conhecê-la&#8230;mais me assusto!
Férias.
Esse ano eu não vou viajar para conhecer lugares novos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Estou descobrindo esses dias que eu simplesmente não sei lidar com ela. Ela surge em minha frente com um sorriso preguiçoso, apresentando milhões de possibilidades que há algum tempo eu não conseguia visualizar, parece inocente, inofensiva, mas quanto mais me aproximo para conhecê-la&#8230;mais me assusto!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Férias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Esse ano eu não vou viajar para conhecer lugares novos e ou rever velhos conhecidos, dessa vez não vou para nenhum sítio ou interior para me aventurar, esse ano eu simplesmente estou em casa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Fazia um tempo que eu pensava sobre isso: como seria parar todas essas atividades que me ocupam 24 horas e simplesmente não ter despertador me levantando apressada da cama?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">E acreditem, na realidade é assustador! Descobri que não sou muito confortável comigo mesma, talvez eu nem sequer seja uma boa companhia, é bem mais fácil ter milhões de coisas e pessoas em volta, sem ter que lidar com o silêncio de estar unicamente&#8230;sozinha&#8230;sem nada para fazer.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Como é automático&#8230;acordo..ligo meu computador, conecto no MSN, gtalk, twiter, facebook, fotolog, Orkut, formspring, abro os blogs e sites de noticia, e qualquer outro meio de que ligue a milhões de outras vozes pelo mundo. Mas&#8230;percebi que de férias, nem sempre eu tenho assuntos super legais para falar, tem horas que parece que tudo fica branco, não tenho nada pra comentar, responder, criticar&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Então, leio alguns pedaços de livros, assisto filmes, arrumo algumas vezes o quarto, resolvo organizar as pastas no computador, jogo videogame, passeio pelos canais na televisão, e descubro que ficar parada olhando o céu pela janela&#8230;me assusta. É complicado demais pensar que o relógio ta ali, passando, e eu aparentemente não estou fazendo nada de&#8230;útil?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Quem foi que me disse que eu precisava de atividades para me sentir útil? Aonde foi que me ensinaram que o silêncio é perigoso? Por que dormir, ficar com preguiça na cama, não planejar nada mirabolante para o dia se tornou tão errado?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Bem, eu poderia agora fazer uma exortação malcriada mandando você desligar tudo e experimentar o silêncio, eu poderia contar que o Rob Bell tem um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=C7he9ABLjp4">Nooma</a> tão interessante sobre esse assunto, eu poderia inclusive, combinar com algumas pessoas para irmos na sua casa e desligar a chave geral propositalmente&#8230; mas&#8230;dessa vez eu vou parar por aqui e curti o barulhinho da chuva no telhado lá fora e a penumbra aconchegante do meu quarto&#8230;em plena tarde&#8230;</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Natal O Ano Todo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 16:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[charles swindoll]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Mateus 1 &#8211; 2
Você já pensou em dar alguma coisa todos os dias do ano até chegar o Natal?
Esses presentes diários poderiam ser chamados de “Projetos Natalinos”. Um por dia, todos os dias, até o Natal.Pense como seria divertido poder dizer “Feliz Natal”, em julho!
Veja algumas sugestões:

Acabe com uma briga.
Procure um amigo que ficou esquecido.
Escreva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mateus 1 &#8211; 2</p>
<p>Você já pensou em dar alguma coisa todos os dias do ano até chegar o Natal?<br />
Esses presentes diários poderiam ser chamados de “Projetos Natalinos”. Um por dia, todos os dias, até o Natal.Pense como seria divertido poder dizer “Feliz Natal”, em julho!<br />
Veja algumas sugestões:</p>
<ul>
<li>Acabe com uma briga.</li>
<li>Procure um amigo que ficou esquecido.</li>
<li>Escreva um longo e atrasado bilhete de amor.</li>
<li>Abrace alguém apertado e sussurre: “Amo tanto você”.</li>
<li>Perdoe um inimigo.</li>
<li>Seja amável e paciente com alguém irritado.</li>
<li>Alegre o coração de uma criança.</li>
<li>Encontre tempo para cumprir uma promessa.</li>
<li>Faça ou cozinhe alguma coisa para alguém. Anonimamente.</li>
<li>Afaste um ressentimento.</li>
<li>Escute.</li>
<li>Fale bondosamente com um estranho.</li>
<li>Participe da tristeza de alguém.</li>
<li>Sorria.</li>
<li>Ria um pouco.</li>
<li>Ria mais um pouco.</li>
<li>Vá passear com um amigo.</li>
<li>Diminua suas exigências sobre os outros.</li>
<li>Ouça uma música agradável durante o jantar.</li>
<li>Peça desculpas se estiver errado.</li>
<li>Desligue a televisão e converse.</li>
<li>Pague um sorvete para alguém (pode ser um iogurte).</li>
<li>Lave a louça da família.</li>
<li>Ore por alguém que o tenha ajudado em seu sofrimento.</li>
<li>Prepare o café na manhã  de domingo.</li>
<li>Dê uma resposta branda mesmo se estiver aborrecido.</li>
<li>Encoraje uma pessoa mais velha.</li>
</ul>
<p>Quando você  se dá, o presente nunca precisa ser devolvido.</p>
<p><em>Texto extraído do livro Dia a Dia de Charles Swindoll</em></p>
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		<title>NATAL &#8211; Encarnação Vivencial</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[encarnação]]></category>
		<category><![CDATA[jesus]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais apurado entendimento humano sobre encarnação ainda deixa a maior manifestação da história da salvação como uma imagem turva, distorcida e enevoada.
Assevero isso, sem nenhuma pretensão a não ser do sentimento de plena reverência diante de um mistério inalcançável pela mente humana, o desiderato do DEUS Todo-Poderoso, criador do universo, O Incorpóreo, O Invisível, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais apurado entendimento humano sobre encarnação ainda deixa a maior manifestação da história da salvação como uma imagem turva, distorcida e enevoada.</p>
<p>Assevero isso, sem nenhuma pretensão a não ser do sentimento de plena reverência diante de um mistério inalcançável pela mente humana, o desiderato do DEUS Todo-Poderoso, criador do universo, O Incorpóreo, O Invisível, O Incontido, decidir viver nessa terra e ser encerrado em um corpo humano, estigmatizado a morrer desde que nasceu, e a ser confinado em um mundo hermeticamente fechado por paredes de sombras e medos, e a respirar o ar viciado que o pecado impregnou em nosso poluído mundo de homens perdidos.</p>
<p>Jesus foi engendrado no útero de Maria, milagre do Espírito Santo, macrogameta feminino sem microgameta masculino, feto formado, massa uniforme, o incontido preso na matéria deteriorada, um ser tremulante no vácuo, flutuando na escuridão do líquido amniótico dentro de Maria, anexado à placenta e dependendo exclusivamente dela, e impulsionado em direção à luz terrena após completar os noves meses de gestação, Maria sentindo dores, as contrações cada vez mais próximas, até que a bolsa rompeu e Jesus foi expelido em direção ao mundo, sendo tomado pelas mãos calejadas de José, que envolveu a criança encharcada de sangue e plasma, em panos de linho rústico.</p>
<p>Desliga a placenta, corta o cordão umbilical, depois dá uma palmada nas nádegas de Deus-menino para liberar o pulmão recolhido, o garoto executando um choro esganiçado que quebrou o silêncio da madrugada fria nas imediações da Belém adormecida.</p>
<p>Jesus cresceu. Aprendeu a balbuciar as primeiras palavras, caiu muito até dar seu primeiro passinho firme. Teve sarampo, papeira, resfriado, e dor de barriga. Sentiu fome, frio e cansaço, tristeza e saudades intensas.</p>
<p>Ouvia os ensinamentos dos pais, ia à sinagoga, aprendeu a decorar a Torah, e galgou todos os níveis do ensino rabínico com desenvoltura admirável. Sua prova final foi diante dos doutores da lei, aos doze anos de idade, no templo de Jerusalém, deixando os sábios fariseus embasbacados diante de tanta sabedoria.</p>
<p>Paulo define a encarnação do Verbo como o termo esvaziar: &#8230;A Si mesmo se esvaziou&#8230; e isso é como um balão inflado que vai murchando até ficar vazio.</p>
<p>Natal é a mais pura compreensão da encarnação de Deus. É Deus invadindo a história, entrando no portal do tempo e do espaço, levando chicotadas que deixou tiras de pele dependuradas de suas costas, carregando o peso da haste horizontal de uma cruz cheias de farpas agudas, e a dor indizível quando o pregaram na  haste vertical  e o penduraram entre o céu e a terra, até o derradeiro momento quando emitiu um brado gutural e  gorgolejante, entregando o espírito.</p>
<p>O autor aos hebreus declara que depois que efetuou o sacrifício eterno por nossos pecados, veio a tornar-se Sumo sacerdote que é capaz de se condoer de nossas fraquezas. A missão para Sua igreja é similar, consolai uns aos outros, sejam compassivos, e cheios de solidariedade com a fraqueza e desgraça dos outros.</p>
<p>Isso é Natal. É a encarnação do Verbo de Deus gerando em nós o desafio da encarnação dos atos e dos gestos, do amor vivencial, mostrando a mesma compaixão, a solidariedade e serviço sacrificial que Jesus teve, agora, em pleno século XXI, sendo meros instrumentos que estendam as mãos aos rejeitados pela sociedade, aos aprisionados pelas garras da impiedade, criando oportunidades que diminuirão a dor e a fome dos que não terão nada no Natal, nem comida farta, nem presentes interessantes, nem dignidade, nem vergonha própria e que não restará mais nada, a não ser regar a mesa do Natal com o choro retido de quem não teve nenhuma chance na vida e nenhuma conquista na corrida por um lugar ao sol nesse triste e egoísta mundo dos homens de concorrência desleal e discriminatória.</p>
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		<title>Feliz Consumismo!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 16:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<category><![CDATA[shane claiborne]]></category>

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		<description><![CDATA[Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.
Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.</strong></p>
<p>Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do nascimento de nosso Salvador.</p>
<p>Bem&#8230; talvez não. Quando dezembro se desenrola, a maioria de nós se encontra espremidos entre nossas convicções sobre mordomia responsável e a cacofonia das mensagens nos atraindo para o consumo indulgente.</p>
<p>Então, quando a conta do cartão de crédito chega em janeiro, nós lamentamos que – como se fosse contra nossa vontade – mais uma vez fomos tragados pela máquina marqueteira das festas de fim de ano e cuspidos pra fora como pedaços de isopor.</p>
<p>E nós nem somos pagãos festivos. Somos cristãos.</p>
<p>Somos pessoas de fé que ouviram o chamado de Deus para dominar a Terra e ser mordomos dos recursos. Mas, com a melhor das intenções, talvez, nós esperamos sinceramente que reviver o antigo drama com nossos presépios de plástico fabricados pela Fisher-Price ou cantar “Parabéns pra você” pra Jesus vá nos sustentar.</p>
<p>Mas quando somos completamente honestos, duvidamos que seja possível. Nós realmente queremos viver diferente esse ano.</p>
<p>A boa notícia é que, diferente de tantos consumidores que estão se esmagando em shoppings lotados e comprando com o click de um mouse nessas férias, os cristãos se engajam na guerra santa contra o consumismo indulgente com recursos mais sustentáveis que força-de-vontade, preocupação chata com o aumento das dívidas ou até a legítima aversão humana a estacionamentos de shoppings. Diante da obsessão por coisas da nossa cultura, os cristãos estão verdadeiramente navegando em um novo caminho.</p>
<h3><strong>Um empurrão poderoso</strong></h3>
<p>Pesquisas estimam que os americanos assistem mais de 200 comerciais por dia. Nossas compras online, perfis de Facebook e até os textos pessoais em nossos emails agora permitem que propagandas balancem iscas especificamente para nosso perfil demográfico. Marqueteiros pagam milhões nisso – obviamente – porque funciona. Como peixes sem cérebro, nós mordemos a isca.</p>
<p>Mas em dezembro, a pressão para consumir se torna mais pessoal ainda. Quando o Natal se aproxima, somos infectados por vozes dentro de nós &#8211; e às vezes da família. Como decidimos diminuir o consumismo dando menos presentes, podemos ouvir uma voz de desaprovação interna. “Não importa se as necessidades e desejos dela foram preenchidos. Você sabe que ela vai lhe dar um presente caro,” a voz acusa. “Você não ousaria não ser recíproco.” Será que por algum acaso você conseguiria resistir a essas mensagens espertas? Você pode até ouvir, “A essência do cristianismo é dar, não é?” Prontamente essa distorcida lógica demoníaca, fundamentada em nenhuma raiz teológica, tem você sacando o cartão–de-crédito da carteira para comprar uma gravata horrível de bijuteria ou uma bonequinha bobblehead da Madre Teresa. Feliz Aniversário, Jesus.</p>
<h3>Podemos fazer melhor.</h3>
<p>Kalle Lasn é o fundador da revista Adbusters. Lasn reconhece a influência crescente da comunidade cristã no que diz respeito à responsabilidade social. Ele observa: “Estou notando que nos últimos 10 anos algo tem sido aberto nas comunidades da fé. Eles estão agora, mais do que nunca em minha memória, se envolvendo em serem mordomos do ambiente físico. Finalmente estão assumindo a responsabilidade.”</p>
<p>Um líder nesse movimento de reivindicar o natal é Aiden Enns. Em 2001, Enns, e mais seis amigos cristãos, lançaram a campanha “Buy Nothing Christmas” (Natal de Não Comprar Nada). O grupo comprou uma propaganda de 1 página inteira em um jornal de uma igreja no Canadá e criou um website, BuyNothingChristmas.org. A campanha traz um convite triplo exortando os cristãos a abraçarem uma temporada que é “rica em significado, menor em impacto na terra, e maior em dar às pessoas menos privilegiadas.”</p>
<p>“Algumas tradições tem sido distorcidas e podem fazer mais mal do que bem – como, por exemplo, comprar demais no natal. Em uma sociedade afluente, materialista, não faz sentido algum encher nossos amados de presentes como um sinal de amor em nome do Príncipe da Paz, Jesus Cristo.</p>
<p>“Natal é tempo de espaços abertos para generosidade como expressão de nossa gratidão e amor&#8230; para celebrar união apesar das diferenças.</p>
<p>Podemos continuar fazendo isso, mesmo que mudemos algumas de nossas tradições.”</p>
<h3>Vivendo diferente</h3>
<p>O escritor e ativista Shane Claiborne compartilha da paixão de Enn em estabelecer novas tradições. “Minha mãe e eu costuramos roupas todo natal,” diz Claiborne. “Me tornei um belo alfaiate com ela. É divertido. É doar vida. De onde vem isso é uma tentativa de criar um terceiro caminho que não é nem cultura nem contra-cultura, sempre reagindo.”</p>
<p>Como Enns, Claiborne encoraja os cristãos a serem mais criativos do que já fomos até agora. Ele explica: “Vamos bolar novas maneiras onde realmente honramos Jesus celebrando seu nascimento. Vamos bolar maneiras em que criamos rituais e tradições em nossas famílias. Vejo pessoas fazendo presentes juntos no natal, gente fazendo coisas como o Projeto Heifer ou outras maneiras em que dão presentes para oferecer dignidade e honra a pessoas que não tem o suficiente.”</p>
<p>Enns oferece alguns conselhos sábios àqueles considerando estabelecer novas maneiras de celebrar o nascimento de Jesus esse ano – particularmente encorajando a moderação. “Comece pequeno e explique o que você está fazendo. Com certeza algumas pessoas vão querer radicalizar e dar apenas coisas feitas em casa, coisas usadas ou doações. Mas geralmente isso pode se tornar excludente – ‘Eu estou justificado, você não.’</p>
<p>“Eu prefiro me manter em conversações com aqueles de quem difiro. E tentar me conter em ser julgador de outros. Ajuda ser menos duro consigo mesmo, e então estender essa graça aos outros.”</p>
<h3>Um natal encarnado</h3>
<p>Uma amiga minha se encontra nesta frente santa de discípulos. No outono passado, Jan me disse que queria passar o natal “diferente.”<br />
“Claro,” eu pensei cinicamente, “Não é o que todos queremos? Já passei por isso.”</p>
<p>Depois das festas, nem me importei em perguntar dela como tinha sido. Isso é vergonhoso. Mas quando a vi novamente, Jan estava radiante. Apesar de que sua casa não tinha tido nenhuma árvore de natal, nenhuma rena de plástico e nenhum pisca-pisca, Jan exclamou, “Foi meu melhor natal de todos os tempos!”</p>
<p>Jan perguntou de sua vizinhança, batendo de porta em porta, simplesmente dizendo: “Olá. Gostaria de saber se existe alguma coisa que eu possa fazer por você? É natal e quero doar de volta algo para a minha comunidade.”</p>
<p>Tipicamente, seus esforços encontraram olhares vazios e recusas educadas. Usando seu tom mais persuasivo, ela tentaria convencê-los a varrer folhas ou limpar as calhas. Não pude evitar de notar que seu serviço encarnado foi muito mais parecido com o primeiro natal do que qualquer das coisas que embalamos com papel vermelho-e-verde hoje.</p>
<p>Então, nesse natal, saiba que ao buscar uma celebração mais rica em significado, menor em impacto e maior em doar às pessoas menos privilegiadas, você honra Aquele a quem celebramos. Que Ele se deleite em nossos presentes santos de obediência.</p>
<div class="author"><a href="http://www.relevantmagazine.com/component/community/relevant/profile">Margot Starbuck</a></div>
<p>Artigo original em inglês extraído do site da <a href="http://www.relevantmagazine.com/god/deeper-walk/features/19414-merry-consumerism">Relevant Magazine.</a></p>
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