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		<title>PodCast &#8211; Ceia no Abrigo R15</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 13:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiagopaladino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro PodCast do Abrigo R15.
28/02/2010 &#8211; Ministração da Ceia e Parte da Sequência de Estudos sobre Filipenses. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro PodCast do Abrigo R15.</p>
<p>28/02/2010 &#8211; Ministração da Ceia e Parte da Sequência de Estudos sobre Filipenses. <span id="more-557"></span></p>
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		<title>A Eternidade começa aqui</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 05:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[ No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span> </span>No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma discussão calorosa que entrava pelas manhãs, tardes e noites.</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Em uma dessas vezes, uma das “integrantes” comentou que tinha um certo medo da eternidade, porque&#8230;como ia ser isso? O que a gente ia ter pra fazer no céu? Aquilo envolveu algumas teorias sobre o corpo está preso a esta dimensão de tempo e espaço, sobre como teremos missões que envolveriam as outras galáxias etc&#8230; Contudo, a discussão tomou outro rumo, e acabamos interrompidos pela necessidade de um banho refrigerador no açude e pelo bom andamento do campeonato de ping-pong (risos). Mal percebemos que a eternidade tão temida começava a envolver nossos corações através da amizade que fomos estreitando e dos momentos únicos com Deus que íamos tendo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Acredito que com o passar dos dias, longe de nossas rotinas maçantes, cercados de natureza, convivendo 24horas do dia uns com os outros talvez não tivéssemos sequer escapatória: Deus já havia planejado tudo. E ali era a oportunidade perfeita para ele nos mostrar que o céu já começou. A alegria de cantar perto dos irmãos, saber que ali eu poderia chorar e ter um ombro amigo sentindo minha dor, as brincadeiras, os silêncios, as palavras que confrontaram, tudo ali foi invadindo e aperfeiçoando a todos nós, para chegarmos aqui e nos depararmos com uma frase tão linda, dita pelo nosso querido irmão Janssem:<span> </span>“<span><span>A maior diferença de vocês do Abrigo é  eu posso imaginar a eternidade com vocês!”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que povo é esse que escolhe viver junto em uma sociedade onde todo mundo procura cada vez mais a solidão? Que povo é esse que se importa um com o outro em um mundo onde tudo é tão superficial? Que povo é esse que prefere passar uma manhã inteira chorando junto, experimentando as coisas mais profundas que Deus pode oferecer, enquanto a sociedade só pensa em novas atividades escravizantes e dinheiro? </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que nossa vida seja repleta de experiências diárias, que o amor seja sempre o diferencial que faz com que a eternidade deixe de ser assustadora e passe a ser ansiada. Que nosso Abrigo seja cada dia mais espaçoso e que as fraquezas e as dores tenham tanto espaço quanto as alegrias e os dons. Que nossa comunidade seja aquele povo que não tem como esconder o brilho no rosto, e a maturidade venha crescendo dentro de nós como família. Seja em conversas e especulações sobre o divino, seja nas brincadeiras e sorrisos, seja nos silêncios e meditações profundas, ou no abraço forte, no carregar das dores, no compartilhar das alegrias, seja em acampamentos, seja cercados por atividades diárias, seja na faculdade, trabalho, barzinho, internet ou domingo a noite&#8230; que a eternidade já não caiba dentro do nosso peito e nos faça cada vez mais&#8230;um.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> martasilva</span></p>
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		<title>Quarta, de cinzas</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 20:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dia, eu prometo gostar de carnaval. Hoje, não me agrada. Como tantas outras coisas não me agradam. Coisa de gente com alma sem graça. Coisa de gente que adora ser chato. Mas como diria Caetano Veloso, “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” é preciso, pelo menos, dizer o óbvio, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia, eu prometo gostar de carnaval. Hoje, não me agrada. Como tantas outras coisas não me agradam. Coisa de gente com alma sem graça. Coisa de gente que adora ser chato. Mas como diria Caetano Veloso, “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” é preciso, pelo menos, dizer o óbvio, o Brasil é carnaval.</p>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Compramos uma fantasia, usamos máscara, pagamos um bom dinheiro por um bom lugar com pessoas bonitas. Daí, amassos de carnaval, porres de carnaval, brigas de carnaval e todo carnaval que compõe o carnaval. O país da alegria de viver. O povo sofrido tira uma semana, outros mais tempo do que isso, para afogar as mágoas, espantar as tristezas e se entregar ao prazer de viver todas as delícias hoje, agora, já, e com ela – a cerveja gelada, a mulher desejada, a orgia sonhada, a bateria da escola, a velocidade máxima&#8230; E isso, de modo algum, é de se dizer que seja ruim, muito pelo contrário, é a dose máxima do que há de mais prazeroso. Sim, temos o direito de festejar. Não há quem não recorra ao pensamento da recompensa. “Trabalho tanto, eu mereço essa noite!”. Sim, merece sim.</div>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Merece essa noite e todas as outras. Tem todo o direito de fazer ser inesquecível o beijo misturado com confetes, a dança mais maluca que os vários litros já bebidos te impeliram a dançar, o soco que levou pelo beijo que roubou da namoradinha do carinha mais marrento do salão. Você tem o aval, faça.</div>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Mas, como diria um jovem cantor: “Todo carnaval tem seu fim”. Chega a hora de tirar a fantasia, a máscara. Hora de olhar bem e sem o entorpecer do álcool, a “princesa” que ardeu com você na fogueira da cama nessa noite de terça pra quarta. E só aí, nesse momento, fitando no espelho do teto os teus olhos vermelhos como que alarmando o teu cansaço, que você vai pensar por qual motivo chamam esse dia &#8211; quarta-feira de cinzas.</div>
<p>Todo carnaval tem seu fim.</p>
<p>Rodrigo &#8220;O Crônico&#8221;  Souza.<br />
Leia o post original <a href="http://nascronicas.blogspot.com/2010/02/quarta-de-cinzas.html">aqui</a>.</p>
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		<title>Computadores e celulares abençoados!</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tchelavih</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O reverendo inglês Canon David Parrot abençoa computadores, notebooks e smartphones na igreja anglicana St. Lawrence Jewry, em Londres, na Inglaterra, nesta segunda-feira (11). A intenção é mostrar para os executivos que a graça de Deus pode ser alcançada por diversos meios. Como os aparelhos tecnológicos. &#8216;Se a tecnologia é a nossa ferramenta de trabalho diária, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="font-weight: normal;">O reverendo inglês Canon David Parrot abençoa computadores, notebooks e smartphones na igreja anglicana St. Lawrence Jewry, em Londres, na Inglaterra, nesta segunda-feira (11). A intenção é mostrar para os executivos que a graça de Deus pode ser alcançada por diversos meios. Como os aparelhos tecnológicos. &#8216;Se a tecnologia é a nossa ferramenta de trabalho diária, então é a tecnologia que devemos abençoar&#8217;, disse.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: normal;">(Foto: Sang Tan/AP)</span></h4>
<p><span style="font-weight: normal;">Post original <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1442385-6174,00-PADRE+ABENCOA+COMPUTADORES+E+CELULARES+DE+EXECUTIVOS+NA+INGLATERRA.html">aqui.</a><br />
</span></p>
<p><strong>O que você acha da idéia?</strong></p>
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		<title>Muito Barulho Por Nada</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 19:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou descobrindo esses dias que eu simplesmente não sei lidar com ela. Ela surge em minha frente com um sorriso preguiçoso, apresentando milhões de possibilidades que há algum tempo eu não conseguia visualizar, parece inocente, inofensiva, mas quanto mais me aproximo para conhecê-la&#8230;mais me assusto!
Férias.
Esse ano eu não vou viajar para conhecer lugares novos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Estou descobrindo esses dias que eu simplesmente não sei lidar com ela. Ela surge em minha frente com um sorriso preguiçoso, apresentando milhões de possibilidades que há algum tempo eu não conseguia visualizar, parece inocente, inofensiva, mas quanto mais me aproximo para conhecê-la&#8230;mais me assusto!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Férias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Esse ano eu não vou viajar para conhecer lugares novos e ou rever velhos conhecidos, dessa vez não vou para nenhum sítio ou interior para me aventurar, esse ano eu simplesmente estou em casa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Fazia um tempo que eu pensava sobre isso: como seria parar todas essas atividades que me ocupam 24 horas e simplesmente não ter despertador me levantando apressada da cama?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">E acreditem, na realidade é assustador! Descobri que não sou muito confortável comigo mesma, talvez eu nem sequer seja uma boa companhia, é bem mais fácil ter milhões de coisas e pessoas em volta, sem ter que lidar com o silêncio de estar unicamente&#8230;sozinha&#8230;sem nada para fazer.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Como é automático&#8230;acordo..ligo meu computador, conecto no MSN, gtalk, twiter, facebook, fotolog, Orkut, formspring, abro os blogs e sites de noticia, e qualquer outro meio de que ligue a milhões de outras vozes pelo mundo. Mas&#8230;percebi que de férias, nem sempre eu tenho assuntos super legais para falar, tem horas que parece que tudo fica branco, não tenho nada pra comentar, responder, criticar&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Então, leio alguns pedaços de livros, assisto filmes, arrumo algumas vezes o quarto, resolvo organizar as pastas no computador, jogo videogame, passeio pelos canais na televisão, e descubro que ficar parada olhando o céu pela janela&#8230;me assusta. É complicado demais pensar que o relógio ta ali, passando, e eu aparentemente não estou fazendo nada de&#8230;útil?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Quem foi que me disse que eu precisava de atividades para me sentir útil? Aonde foi que me ensinaram que o silêncio é perigoso? Por que dormir, ficar com preguiça na cama, não planejar nada mirabolante para o dia se tornou tão errado?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Bem, eu poderia agora fazer uma exortação malcriada mandando você desligar tudo e experimentar o silêncio, eu poderia contar que o Rob Bell tem um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=C7he9ABLjp4">Nooma</a> tão interessante sobre esse assunto, eu poderia inclusive, combinar com algumas pessoas para irmos na sua casa e desligar a chave geral propositalmente&#8230; mas&#8230;dessa vez eu vou parar por aqui e curti o barulhinho da chuva no telhado lá fora e a penumbra aconchegante do meu quarto&#8230;em plena tarde&#8230;</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Natal O Ano Todo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 16:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[charles swindoll]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Mateus 1 &#8211; 2
Você já pensou em dar alguma coisa todos os dias do ano até chegar o Natal?
Esses presentes diários poderiam ser chamados de “Projetos Natalinos”. Um por dia, todos os dias, até o Natal.Pense como seria divertido poder dizer “Feliz Natal”, em julho!
Veja algumas sugestões:

Acabe com uma briga.
Procure um amigo que ficou esquecido.
Escreva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mateus 1 &#8211; 2</p>
<p>Você já pensou em dar alguma coisa todos os dias do ano até chegar o Natal?<br />
Esses presentes diários poderiam ser chamados de “Projetos Natalinos”. Um por dia, todos os dias, até o Natal.Pense como seria divertido poder dizer “Feliz Natal”, em julho!<br />
Veja algumas sugestões:</p>
<ul>
<li>Acabe com uma briga.</li>
<li>Procure um amigo que ficou esquecido.</li>
<li>Escreva um longo e atrasado bilhete de amor.</li>
<li>Abrace alguém apertado e sussurre: “Amo tanto você”.</li>
<li>Perdoe um inimigo.</li>
<li>Seja amável e paciente com alguém irritado.</li>
<li>Alegre o coração de uma criança.</li>
<li>Encontre tempo para cumprir uma promessa.</li>
<li>Faça ou cozinhe alguma coisa para alguém. Anonimamente.</li>
<li>Afaste um ressentimento.</li>
<li>Escute.</li>
<li>Fale bondosamente com um estranho.</li>
<li>Participe da tristeza de alguém.</li>
<li>Sorria.</li>
<li>Ria um pouco.</li>
<li>Ria mais um pouco.</li>
<li>Vá passear com um amigo.</li>
<li>Diminua suas exigências sobre os outros.</li>
<li>Ouça uma música agradável durante o jantar.</li>
<li>Peça desculpas se estiver errado.</li>
<li>Desligue a televisão e converse.</li>
<li>Pague um sorvete para alguém (pode ser um iogurte).</li>
<li>Lave a louça da família.</li>
<li>Ore por alguém que o tenha ajudado em seu sofrimento.</li>
<li>Prepare o café na manhã  de domingo.</li>
<li>Dê uma resposta branda mesmo se estiver aborrecido.</li>
<li>Encoraje uma pessoa mais velha.</li>
</ul>
<p>Quando você  se dá, o presente nunca precisa ser devolvido.</p>
<p><em>Texto extraído do livro Dia a Dia de Charles Swindoll</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>NATAL &#8211; Encarnação Vivencial</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[encarnação]]></category>
		<category><![CDATA[jesus]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais apurado entendimento humano sobre encarnação ainda deixa a maior manifestação da história da salvação como uma imagem turva, distorcida e enevoada.
Assevero isso, sem nenhuma pretensão a não ser do sentimento de plena reverência diante de um mistério inalcançável pela mente humana, o desiderato do DEUS Todo-Poderoso, criador do universo, O Incorpóreo, O Invisível, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais apurado entendimento humano sobre encarnação ainda deixa a maior manifestação da história da salvação como uma imagem turva, distorcida e enevoada.</p>
<p>Assevero isso, sem nenhuma pretensão a não ser do sentimento de plena reverência diante de um mistério inalcançável pela mente humana, o desiderato do DEUS Todo-Poderoso, criador do universo, O Incorpóreo, O Invisível, O Incontido, decidir viver nessa terra e ser encerrado em um corpo humano, estigmatizado a morrer desde que nasceu, e a ser confinado em um mundo hermeticamente fechado por paredes de sombras e medos, e a respirar o ar viciado que o pecado impregnou em nosso poluído mundo de homens perdidos.</p>
<p>Jesus foi engendrado no útero de Maria, milagre do Espírito Santo, macrogameta feminino sem microgameta masculino, feto formado, massa uniforme, o incontido preso na matéria deteriorada, um ser tremulante no vácuo, flutuando na escuridão do líquido amniótico dentro de Maria, anexado à placenta e dependendo exclusivamente dela, e impulsionado em direção à luz terrena após completar os noves meses de gestação, Maria sentindo dores, as contrações cada vez mais próximas, até que a bolsa rompeu e Jesus foi expelido em direção ao mundo, sendo tomado pelas mãos calejadas de José, que envolveu a criança encharcada de sangue e plasma, em panos de linho rústico.</p>
<p>Desliga a placenta, corta o cordão umbilical, depois dá uma palmada nas nádegas de Deus-menino para liberar o pulmão recolhido, o garoto executando um choro esganiçado que quebrou o silêncio da madrugada fria nas imediações da Belém adormecida.</p>
<p>Jesus cresceu. Aprendeu a balbuciar as primeiras palavras, caiu muito até dar seu primeiro passinho firme. Teve sarampo, papeira, resfriado, e dor de barriga. Sentiu fome, frio e cansaço, tristeza e saudades intensas.</p>
<p>Ouvia os ensinamentos dos pais, ia à sinagoga, aprendeu a decorar a Torah, e galgou todos os níveis do ensino rabínico com desenvoltura admirável. Sua prova final foi diante dos doutores da lei, aos doze anos de idade, no templo de Jerusalém, deixando os sábios fariseus embasbacados diante de tanta sabedoria.</p>
<p>Paulo define a encarnação do Verbo como o termo esvaziar: &#8230;A Si mesmo se esvaziou&#8230; e isso é como um balão inflado que vai murchando até ficar vazio.</p>
<p>Natal é a mais pura compreensão da encarnação de Deus. É Deus invadindo a história, entrando no portal do tempo e do espaço, levando chicotadas que deixou tiras de pele dependuradas de suas costas, carregando o peso da haste horizontal de uma cruz cheias de farpas agudas, e a dor indizível quando o pregaram na  haste vertical  e o penduraram entre o céu e a terra, até o derradeiro momento quando emitiu um brado gutural e  gorgolejante, entregando o espírito.</p>
<p>O autor aos hebreus declara que depois que efetuou o sacrifício eterno por nossos pecados, veio a tornar-se Sumo sacerdote que é capaz de se condoer de nossas fraquezas. A missão para Sua igreja é similar, consolai uns aos outros, sejam compassivos, e cheios de solidariedade com a fraqueza e desgraça dos outros.</p>
<p>Isso é Natal. É a encarnação do Verbo de Deus gerando em nós o desafio da encarnação dos atos e dos gestos, do amor vivencial, mostrando a mesma compaixão, a solidariedade e serviço sacrificial que Jesus teve, agora, em pleno século XXI, sendo meros instrumentos que estendam as mãos aos rejeitados pela sociedade, aos aprisionados pelas garras da impiedade, criando oportunidades que diminuirão a dor e a fome dos que não terão nada no Natal, nem comida farta, nem presentes interessantes, nem dignidade, nem vergonha própria e que não restará mais nada, a não ser regar a mesa do Natal com o choro retido de quem não teve nenhuma chance na vida e nenhuma conquista na corrida por um lugar ao sol nesse triste e egoísta mundo dos homens de concorrência desleal e discriminatória.</p>
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		<title>Feliz Consumismo!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 16:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.
Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.</strong></p>
<p>Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do nascimento de nosso Salvador.</p>
<p>Bem&#8230; talvez não. Quando dezembro se desenrola, a maioria de nós se encontra espremidos entre nossas convicções sobre mordomia responsável e a cacofonia das mensagens nos atraindo para o consumo indulgente.</p>
<p>Então, quando a conta do cartão de crédito chega em janeiro, nós lamentamos que – como se fosse contra nossa vontade – mais uma vez fomos tragados pela máquina marqueteira das festas de fim de ano e cuspidos pra fora como pedaços de isopor.</p>
<p>E nós nem somos pagãos festivos. Somos cristãos.</p>
<p>Somos pessoas de fé que ouviram o chamado de Deus para dominar a Terra e ser mordomos dos recursos. Mas, com a melhor das intenções, talvez, nós esperamos sinceramente que reviver o antigo drama com nossos presépios de plástico fabricados pela Fisher-Price ou cantar “Parabéns pra você” pra Jesus vá nos sustentar.</p>
<p>Mas quando somos completamente honestos, duvidamos que seja possível. Nós realmente queremos viver diferente esse ano.</p>
<p>A boa notícia é que, diferente de tantos consumidores que estão se esmagando em shoppings lotados e comprando com o click de um mouse nessas férias, os cristãos se engajam na guerra santa contra o consumismo indulgente com recursos mais sustentáveis que força-de-vontade, preocupação chata com o aumento das dívidas ou até a legítima aversão humana a estacionamentos de shoppings. Diante da obsessão por coisas da nossa cultura, os cristãos estão verdadeiramente navegando em um novo caminho.</p>
<h3><strong>Um empurrão poderoso</strong></h3>
<p>Pesquisas estimam que os americanos assistem mais de 200 comerciais por dia. Nossas compras online, perfis de Facebook e até os textos pessoais em nossos emails agora permitem que propagandas balancem iscas especificamente para nosso perfil demográfico. Marqueteiros pagam milhões nisso – obviamente – porque funciona. Como peixes sem cérebro, nós mordemos a isca.</p>
<p>Mas em dezembro, a pressão para consumir se torna mais pessoal ainda. Quando o Natal se aproxima, somos infectados por vozes dentro de nós &#8211; e às vezes da família. Como decidimos diminuir o consumismo dando menos presentes, podemos ouvir uma voz de desaprovação interna. “Não importa se as necessidades e desejos dela foram preenchidos. Você sabe que ela vai lhe dar um presente caro,” a voz acusa. “Você não ousaria não ser recíproco.” Será que por algum acaso você conseguiria resistir a essas mensagens espertas? Você pode até ouvir, “A essência do cristianismo é dar, não é?” Prontamente essa distorcida lógica demoníaca, fundamentada em nenhuma raiz teológica, tem você sacando o cartão–de-crédito da carteira para comprar uma gravata horrível de bijuteria ou uma bonequinha bobblehead da Madre Teresa. Feliz Aniversário, Jesus.</p>
<h3>Podemos fazer melhor.</h3>
<p>Kalle Lasn é o fundador da revista Adbusters. Lasn reconhece a influência crescente da comunidade cristã no que diz respeito à responsabilidade social. Ele observa: “Estou notando que nos últimos 10 anos algo tem sido aberto nas comunidades da fé. Eles estão agora, mais do que nunca em minha memória, se envolvendo em serem mordomos do ambiente físico. Finalmente estão assumindo a responsabilidade.”</p>
<p>Um líder nesse movimento de reivindicar o natal é Aiden Enns. Em 2001, Enns, e mais seis amigos cristãos, lançaram a campanha “Buy Nothing Christmas” (Natal de Não Comprar Nada). O grupo comprou uma propaganda de 1 página inteira em um jornal de uma igreja no Canadá e criou um website, BuyNothingChristmas.org. A campanha traz um convite triplo exortando os cristãos a abraçarem uma temporada que é “rica em significado, menor em impacto na terra, e maior em dar às pessoas menos privilegiadas.”</p>
<p>“Algumas tradições tem sido distorcidas e podem fazer mais mal do que bem – como, por exemplo, comprar demais no natal. Em uma sociedade afluente, materialista, não faz sentido algum encher nossos amados de presentes como um sinal de amor em nome do Príncipe da Paz, Jesus Cristo.</p>
<p>“Natal é tempo de espaços abertos para generosidade como expressão de nossa gratidão e amor&#8230; para celebrar união apesar das diferenças.</p>
<p>Podemos continuar fazendo isso, mesmo que mudemos algumas de nossas tradições.”</p>
<h3>Vivendo diferente</h3>
<p>O escritor e ativista Shane Claiborne compartilha da paixão de Enn em estabelecer novas tradições. “Minha mãe e eu costuramos roupas todo natal,” diz Claiborne. “Me tornei um belo alfaiate com ela. É divertido. É doar vida. De onde vem isso é uma tentativa de criar um terceiro caminho que não é nem cultura nem contra-cultura, sempre reagindo.”</p>
<p>Como Enns, Claiborne encoraja os cristãos a serem mais criativos do que já fomos até agora. Ele explica: “Vamos bolar novas maneiras onde realmente honramos Jesus celebrando seu nascimento. Vamos bolar maneiras em que criamos rituais e tradições em nossas famílias. Vejo pessoas fazendo presentes juntos no natal, gente fazendo coisas como o Projeto Heifer ou outras maneiras em que dão presentes para oferecer dignidade e honra a pessoas que não tem o suficiente.”</p>
<p>Enns oferece alguns conselhos sábios àqueles considerando estabelecer novas maneiras de celebrar o nascimento de Jesus esse ano – particularmente encorajando a moderação. “Comece pequeno e explique o que você está fazendo. Com certeza algumas pessoas vão querer radicalizar e dar apenas coisas feitas em casa, coisas usadas ou doações. Mas geralmente isso pode se tornar excludente – ‘Eu estou justificado, você não.’</p>
<p>“Eu prefiro me manter em conversações com aqueles de quem difiro. E tentar me conter em ser julgador de outros. Ajuda ser menos duro consigo mesmo, e então estender essa graça aos outros.”</p>
<h3>Um natal encarnado</h3>
<p>Uma amiga minha se encontra nesta frente santa de discípulos. No outono passado, Jan me disse que queria passar o natal “diferente.”<br />
“Claro,” eu pensei cinicamente, “Não é o que todos queremos? Já passei por isso.”</p>
<p>Depois das festas, nem me importei em perguntar dela como tinha sido. Isso é vergonhoso. Mas quando a vi novamente, Jan estava radiante. Apesar de que sua casa não tinha tido nenhuma árvore de natal, nenhuma rena de plástico e nenhum pisca-pisca, Jan exclamou, “Foi meu melhor natal de todos os tempos!”</p>
<p>Jan perguntou de sua vizinhança, batendo de porta em porta, simplesmente dizendo: “Olá. Gostaria de saber se existe alguma coisa que eu possa fazer por você? É natal e quero doar de volta algo para a minha comunidade.”</p>
<p>Tipicamente, seus esforços encontraram olhares vazios e recusas educadas. Usando seu tom mais persuasivo, ela tentaria convencê-los a varrer folhas ou limpar as calhas. Não pude evitar de notar que seu serviço encarnado foi muito mais parecido com o primeiro natal do que qualquer das coisas que embalamos com papel vermelho-e-verde hoje.</p>
<p>Então, nesse natal, saiba que ao buscar uma celebração mais rica em significado, menor em impacto e maior em doar às pessoas menos privilegiadas, você honra Aquele a quem celebramos. Que Ele se deleite em nossos presentes santos de obediência.</p>
<div class="author"><a href="http://www.relevantmagazine.com/component/community/relevant/profile">Margot Starbuck</a></div>
<p>Artigo original em inglês extraído do site da <a href="http://www.relevantmagazine.com/god/deeper-walk/features/19414-merry-consumerism">Relevant Magazine.</a></p>
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		<title>Zumbis No Shopping Center</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vagando pelo mundo da net, encontrei algo bem interessante. Não sei quantos conhecem o grupo chamado AdBusters, grupo que escolheu andar na contramão do sistema consumista em que vivemos, sempre apontando os malefícios de se viver como muitos de nós vivemos. Por mais que não assumamos, muitos de nós acreditamos no ditado “você é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vagando pelo mundo da net, encontrei algo bem interessante. Não sei quantos conhecem o grupo chamado <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a>, grupo que escolheu andar na contramão do sistema consumista em que vivemos, sempre apontando os malefícios de se viver como muitos de nós vivemos. Por mais que não assumamos, muitos de nós acreditamos no ditado “você é o que você tem.”</p>
<p>O <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a> incentiva que pessoas em todo o mundo façam manifestações, protestos, boicotes e etc. Uma iniciativa bem conhecida é o Buy Nothing Day (Dia de Não Comprar Nada), que acontece exatamente na chamada Black Friday, nos EUA, que é a sexta após o dia de ação de graças, data que marca o início da temporada de compras de fim de ano. Nesse dia as lojas fazem super-descontos para atrair clientes de todos os cantos do país.</p>
<p>O Buy Nothing Day é acompanhado de algumas ações como pessoas com cartazes e tesouras em pé na frente de grandes centros de compra incentivando pessoas que querem se livrar do mau-uso de cartões-de-crédito a vir e deixar que seu cartão seja cortado; Festas nas ruas gratuitas, sem fim comercial; Zombie Walks, onde pessoas se vestem de zumbis e ficam andando por esses centros carregando sacolas de compras, ironizando essa prática da compra desenfreada; Protestos sentados, onde as pessoas ficam sentadas numa loja ou estabelecimento, até que sejam expulsos; Whirl-Mart, onde os manifestantes fazem uma longa fila com carrinhos de supermercado vazios e saem sem comprar nada; Wildcat General Strike, que é um compromisso de além de não comprar nada durante 24h, deixar celulares, televisores, carros e outros aparelhos desligados durante todo o dia; além de outros protestos.</p>
<p>Esse tipo de ação não busca atrair pessoas a passar um dia sem comprar nada e no dia seguinte “tirar o atraso”, mas adotar um estilo de vida menos consumista. É fato que nosso mundo está sendo cada vez mais deteriorado e uma grande parcela de culpa é do consumismo. O mundo precisa consumir menos. Todos nós.</p>
<p>É notável que estamos na época “mais consumista” do ano. Festas de fim de ano. Todos “precisam” comprar presentes de natal para todos os membros da família, para o amigo-oculto/secreto do trabalho, da faculdade, do condomínio, da academia, da família da namorada, da igreja e por aí vai. Todos precisamos de roupas novas para a festa de Natal (e se for pra mais de uma festa de natal, precisa de mais de uma roupa para cada uma) e festa de Ano Novo. Época em que muitos irão se endividar ou deixar de gastar com algo produtivo pra poder satisfazer esse compromisso social, afinal de contas, quem não faz isso?</p>
<p>O grupo <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a> tem convocado pessoas a se manifestarem durante esse período. Pessoas tem feito a Zombie Walk e o corte de cartões-de-crédito. Outros tem andado com faixas escrito “O Que Jesus Compraria?” Pedras clamando?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://72.44.90.92/~abrigorc/wp-content/uploads/2009/12/buy_nothing_day_2009_wrap-up_s.jpg"><img class="size-full wp-image-488 aligncenter" title="buy_nothing_day_2009_wrap-up_s" src="http://72.44.90.92/~abrigorc/wp-content/uploads/2009/12/buy_nothing_day_2009_wrap-up_s.jpg" alt="buy_nothing_day_2009_wrap-up_s" width="468" height="252" /></a></p>
<p>A Palavra de Deus nos ensina o caminho da moderação e da eqüidade. Espero que possamos refletir e compreender como deveríamos agir no meio de tudo isso. Enquanto muitos se lambuzam nas riquezas e consumismo exagerado, o sem-teto, o órfão, a viúva, continuam precisando de nós.</p>
<p>Ps: quem acha que essa história do consumismo ser um problema é papo furado, deveria assistir A História Das Coisas. Tá <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=a+hist%C3%B3ria+das+coisas&amp;search_type=&amp;aq=f">aqui um link</a> pra você =]</p>
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		<title>E Se O Que Jesus Falou Foi Pra Valer?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 19:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já falamos do Shane Claiborne algumas vezes aqui no site do Abrigo R15 e quem já ouviu falar dele sabe o quanto seus conceitos &#8220;radicais&#8221; pode causar certo incômodo em algumas pessoas.Ele faz parte de uma comunidade/ministério chamado The Simple Way (O Caminho Simples). O site Esquire pediu a ele que deixasse uma mensagem para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já falamos do Shane Claiborne algumas vezes aqui no site do Abrigo R15 e quem já ouviu falar dele sabe o quanto seus conceitos &#8220;radicais&#8221; pode causar certo incômodo em algumas pessoas.Ele faz parte de uma comunidade/ministério chamado The Simple Way (O Caminho Simples). O site <a href="http://www.esquire.com/features/best-and-brightest-2009/shane-claiborne-1209">Esquire</a> pediu a ele que deixasse uma mensagem para os &#8220;não-crentes&#8221;:</em></p>
<p><strong>A todos os meus amigos não-crentes, meio-crentes e ex-crentes: Acho que devo começar com uma confissão. Sinto muito o fato de que tantas vezes o maior obstáculo até Deus tem sido os cristãos. Cristãos que temos tido muito o que falar com nossas bocas e tão pouco pra mostrar com nossas vidas. Sinto muito que tão freqüentemente temos esquecido o Cristo do nosso cristianismo.</strong></p>
<p><strong>Perdoe-nos. Perdoe-nos das coisas vergonhosas que temos feito em nome de Deus.</strong></p>
<p><strong>Outra noite estava indo para o centro da Philadelphia passear com alguns amigos de fora da cidade. Andamos até o Penn’s Landing ao longo do rio, onde existem artistas de rua e músicos. Passamos por um grande mágico que fez alguns truques bem legais como derramar moedas do seu iPhone, e também tinha ali um pregador. Ele não era tão cativante quanto o mágico. Ele estava de pé em uma caixa, gritando em um microfone, e atrás dele tinha um caixão com um defunto falso. Ele falava de como todos vamos morrer e ir pro inferno se não conhecermos Jesus.</strong></p>
<p><strong>Alguns zombaram. Alguns mandaram ele calar a boca. Um casal de adolescentes tentou roubar o defunto do caixão. Tudo que eu podia fazer era pensar comigo mesmo, “Quero pular em uma caixa do lado dele e gritar a plenos pulmões, “Deus não é um monstro.” Talvez da próxima vez eu faça isso.</strong></p>
<p><strong>Quanto mais eu tenho lido a Bíblia e estudado a vida de Jesus, mais tenho sido convencido que o cristianismo se espalha melhor não através da força, mas do fascínio. Mas no decorrer das últimas décadas nosso cristianismo, pelo menos aqui nos Estados Unidos, tem se tornado cada vez menos fascinante. Temos dado aos ateus cada vez menos para desacreditar. E o tipo de cristianismo que muitos de nós tem visto na TV e ouvido no rádio parece cada vez menos com Jesus.</strong></p>
<p><strong>Certa vez Gandhi foi questionado se ele era um cristão, e ele disse, basicamente, “Com certeza eu amo a Jesus, mas os cristãos parecem tão diferentes de seu Cristo.” Um estudo recente mostrou que as três maiores percepções sobre os cristãos nos EUA entre jovens não-cristãos são 1) anti-gays, 2) julgadores, e 3) hipócritas. Então o que temos aqui é uma crise de imagem, e muito dessa reputação é bem merecida. Isso é feio. E é o motivo porque eu comecei dizendo que sentia muito.</strong></p>
<p><strong>Agora a boa notícia:<br />
Eu quero convidá-lo a considerar que talvez os televangelistas e pregadores de rua estejam errados – e que Deus realmente é amor. Talvez os frutos do Espírito realmente sejam bonitos, como a paz, paciência, bondade, alegria, amor, e não as coisas feias que tem vindo caracterizar a religião, ou política, nesse caso. (Se tem algo que aprendi com os liberais e conservadores, é que você pode ter ótimas respostas e ainda assim ser mal&#8230; e que ser gentil é tão importante quanto estar certo.)</strong></p>
<p><strong>A Bíblia que eu leio diz que Deus não enviou Jesus para condenar o mundo, mas para salvá-lo&#8230; Foi porque “Deus amou o mundo de tal maneira.” Esse é o Deus que eu conheço, e espero que outros conheçam. Não escolhi devotar minha vida a Jesus porque estava com medo da morte e do inferno ou porque eu queria coroas no céu&#8230; mas porque ele é bom. Para aqueles entre vocês que estão numa jornada espiritual sincera, espero que vocês não rejeitem a Cristo por causa dos cristãos. Nós sempre fomos um grupo bagunçado, e de alguma forma Deus tem sobrevivido às coisas vergonhosas que temos feito no nome dele. No centro do nosso “Evangelho” está a mensagem que Jesus veio “não para o saudável&#8230; mas para o doente.” E se você escolher Jesus, que não seja simplesmente por medo do inferno ou esperança de mansões no céu.</strong></p>
<p><strong>Não me entenda errado, eu acredito na vida após a morte, mas geralmente tudo que a igreja tem feito é prometer ao mundo que existe vida após a morte e usa isso como um ticket para ignorar o inferno ao nosso redor. Estou convencido de que o Evangelho Cristão tem tanto a ver com essa vida quanto com a próxima, e que a mensagem do Evangelho não é apenas sobre subir quando morrermos mas sobre trazer o Reino de Deus pra cá. Foi Jesus quem nos ensinou a orar que a vontade de Deus seja feita “assim na terra como nos céus.” Na terra.</strong></p>
<p><strong>Uma das histórias mais escandalosas de Jesus é a história do bom samaritano. Por mais sentimental que nós tenhamos deixado, a história original fala de um homem que é espancado em deixado no lado da estrada. Um sacerdote passa por ele. Um levita, o cara mais religioso, passa pelo outro lado da estrada (talvez atrasado para uma reunião na igreja). Então vem o samaritano&#8230; você pode até imaginar uma risadinha de deboche entre a platéia de judeus. Judeus não falavam com samaritanos, ou mesmo andavam pela Samaria. Mas o samaritano para e toma conta do cara na sarjeta e é levantado como o herói da história. Tenho certeza que alguns dos ouvintes ficaram perturbados. De acordo com a elite religiosa, os samaritanos não guardavam as regras corretas, e não tinham a sã doutrina&#8230; mas Jesus mostra que a fé verdadeira deve funcionar de uma forma em que é Boa Nova ao mais machucado e quebrado deitado na sarjeta.</strong></p>
<p><strong>É tão simples, mas o devoto esquece essa lição constantemente. Deus deve de fato ser evidente em um sacerdote, mas é tão provável quanto Deus estar agindo através de um samaritano ou uma prostituta. De fato, as Escrituras são cheias de Deus usando pessoas como uma prostituta chamada Raabe, um rei adúltero chamado Davi&#8230; em certo ponto Deus até fala com um cara chamado Balaão através de uma mula. Alguns dizem que Deus falou com Balaão através de sua mula e que ele tem falado através de mulas até hoje. Então se Deus escolhe usar-nos, devemos ficar gratos mas não ficar cheios de si. E quando encontrarmos alguém e pensarmos que Deus nunca usaria essa pessoa, devemos pensar novamente.</strong></p>
<p><strong>Afinal, Jesus diz à elite religiosa que olhava com desprezo para todos: “Os coletores de impostos e as prostitutas estão entrando no Reino antes de vocês.” E nós ainda ficamos pensando porque o mataram?</strong></p>
<p><strong>Tenho um amigo no Reino Unido que fala da “teologia suja” – que temos um Deus que sempre usa a sujeira pra levar vida e cura e redenção, um Deus que aparece das maneiras mais improváveis e escandalosas. Afinal, toda a história começa com Deus juntando um pouco de pó e soprando vida. Em certo momento, Jesus pega um pouco de barro, cospe nele e esfrega nos olhos de um cego para curá-lo. (Os sacerdotes e produtores de óleo ungido não ficaram muito felizes nesse dia.)</strong></p>
<p><strong>De fato, toda a história de Jesus é sobre um Deus que não quis apenas ficar “lá” mas que se muda para a vizinhança, uma vizinhança de quem falavam, “Nada de bom sai dali.” É esse Jesus que foi acusado de ser um glutão e um bêbado e um demagogo por andar com os rejeitados pela sociedade, e que morreu na cruz imperial que Roma reservava aos bandidos e messias falidos. É por isso que a cruz foi um triunfo sobre tudo de feio que fazemos a nós mesmos e aos outros. É a promessa final de que o amor vence.</strong></p>
<p><strong>Foi esse Jesus que nasceu numa manjedoura fedida no meio de um genocídio. Esse é o Deus que é tão provável que encontremos nas ruas quanto em um santuário, que pode redimir revolucionários e coletores de impostos, os oprimidos e os opressores&#8230; um Deus que está salvando alguns de nós dos guetos da pobreza, e alguns de nós dos guetos da riqueza.</strong></p>
<p><strong>Concluindo, para aqueles que fecharam as portas para a religião – Eu fui recentemente questionado por um amigo não-cristão se eu achava que ele ia pro inferno. Eu disse, “Espero que não. Vai ser difícil curtir o céu sem você.” Se nós que acreditamos em Deus não acreditarmos que a Graça de Deus é grande o suficiente para salvar o mundo inteiro&#8230; bem, então deveríamos pelo menos orar pra que ela seja.<br />
Seu irmão,<br />
Shane</strong></p>
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